
Mudei de template como dá pra perceber. ^^
Tá, eu sei que isso aí é um anjo, mas eu prefiro ver como uma fada, aliás parece ser mais com uma. Oh fadas são fodas! O.o
Elas podem ser arrogantes e estúpidas como as fadas de Artemis Fowl, mas são lindas, impetuosas, criativas, decididas. Tá, elas devem ser. Tu és uma lesada... fadas não existem...não são nada! Há e você prova que elas não existem?! Nunca vi nenhuma por aí! E já viu Deus, consciência adorada?! Ahm...não...mas...é...diferente... Há! Tá vendo! E quem disse que eu acredito Nele? Aff, eu acredito... Eu tenho dúvidas, logo você tembém... Isso a gente deixa pra depois, consciência adorada. Fim.
Momentos Decisivos
Há momentos decisivos em sua vida. Momentos que você para e pensa: oh, o que eu estou fazendo?! Vou parar já (ou começar já!)... Suspeito que estarei entrando em mais um desses momentos. E o que isso ajuda? Mais e mais dúvidas. Só sei que vou tentar parar de escrever sentimentos profundos e depressivos. Ah! Eles devem ser descansados agora, porque já me pertubam mais do que imaginava. Descansa-los não é uma tarefa fácil. Descansa-los significa ignorar uma parte de mim, por um tempo. Descansa-los significa tirar pessoas do meu caminho. Descansa-los significa estar mais aberta á sociedade, o que não é uma vantagem, eu acho. Descansa-los seria mentir?! Poderia tentar não controla-los. Mas escrever sobre tudo isso e pensar nisso tudo com toda essa dramatização faz eles me dominarem, me pertubam, me deixam derrubada. O grande x da questão é que eu sou dramática. E a outra decisão que fica entre o esquecimento e tentar mais uma vez. Esta eu deixo para o meu silêncio resolver.
Ás vezes...
Ás vezes qeu penso que eu gostaria de ser mais forte. Eu poderia ser até fria. Mesmo que isso soe mal, talvez a frieza seja mais confortante que essa fragilidade doce. Esse jeito me afeta e eua,oibvuenwoivnerpqiocnernwpocjvnrkdpvignrspvcivnrbepocxçv,mvnrtdpc...
Não, não, não... eu não consigo...eu simplesmente não consigo...
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Meus olhos fechados que não conseguem dormir ouvem vozes gritando, vozes que não cessam. Relembram a todo instante imagens em branco-e-preto, flashs sombrios. Levanto-me, atordoada
Não...não levanto..não ouço...e não vejo... acabou-se... eu...não...consigo...
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Você se acha mais,
você procura mais,
você não sabe o que diz,
você é mero aprendiz...
Também não postarei um poema sem profundidades e rimas estúpidas...eu...não...consigo...mais...
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Talvez eu precise aprender a escrever humor. Talvez as palavras voltem. Talvez as idéias autênticas e sinceras voltem. Talvez eu deixe de sentir isto. Talvez eu precise de uma boa festa. Talvez eu precise beijar. Talvez eu precise beber. Talvez eu não precise mais de você. Talvez eu precise. Talvez eu tenha que reconhecer essa necessidade. Talvez eu precise que você também sinta isso. Talvez as coisas voltem ao normal assim. Talvez não exista "normal". Talvez eu devesse finalizar. Tchau!(e nesse post a minha única certeza é a despedida... e já não é tão convicta assim...).
[Editando:
talvez vocês, leitores, não devessem comentar sobre isto. Mas eu não vou apagar.]
E a chuva cai...
Os pingos da chuva caem lá fora. E as lágrimas escorregam pelo meu rosto. Poderiam me dizer "você não tem motivo para isso." Eu sei, eu não tenho. Mas eu necessito. Necessito desabar sobre a cama e chorar penosamente, talvez a esperar que alguém tenha pena de mim. Pena? Não há sentimento mais humilhante que esse. Necessito só ficar sozinha e chorar. Necessito só da presença da chuva, lá fora... necessito ouvir seus pingos. Necessito girar sob a chuva de vez em quando. Necessito, sem saber porquê. Eu só quero. Magicamente, meus desejos se tornam necessidades. E como desejos seus olhos para mim, isto é uma necessidade. Não precisas ter medo dos meus olhos, eles podem estar vermelhos por chorarem junto com a chuva, mas eles não te ferem. Necessito que me olhe. Necessito roubar teus olhares para que eu não chore sozinha no quarto. Será que alguém abrirá a porta do meu quarto enquanto choro? Poderias sentar comigo e chorar também. Chorar não faz mal á ninguém, e talvez a chuva goste de saber que alguém a acompanha. Necessito da chuva. Necessito das tuas lágrimas. Necessito dos meus, dos teus. Dos teus, dos meus. Dos nossos olhares. E dos pingos dessa chuva.
E esse blog parece-me estar ficando depressivo! Ahm... e nada posso fazer...
Fui ver Machuca.Emocionante, lindo, lindo, lindo! Mostra a realidade, impõe vários valores, mostra os lados do sosicalismo e do capitalismo, mostra as diferenças, as dificuldades de viver nesse mundo, de suportar as aparências. É triste, sem palavras e tocante, como todo filme bom...
Fui...
Quantoo tempooo... O_O ...
Ahh, a festa!
Foi como toda festa é. Cheia de gente bêbada e etc, coelhinhas da playboy, policias, swat's, fmi's, colegiais, putz putz e etc. Não fiquei/me interessei por ninguém, já que essas ficadas não adiantam nada, não mudam nada na sua vida. Aliás, mudam... quando você vira as costas, indiferente, sente um vazio e sua revolta cresce. Não preciso disso, ainda. Entãão, eu dancei, me perdi da minha amiga, morri de sede, me desviei, sentei na escada e pensei na vida... ¬¬
Eu...
E, como tantos outros, eu rio quando meu coração está carregado de mágoas. E tudo parece estar distante, mas sabemos, nós é que estamos se distanciando de nós mesmos. Eu vejo as pessoas comprimindo desejos e aflições, e se deixando levar pelas coisas banais, para poder suportar o que as sufoca. E, eu sinto, eu estou fazendo isso. Eu sinto essa guerra interna sem explicação. Os sentimentos não passam de meras brincadeiras. Os pensamentos morrem quando chegam nos lábios. Os olhos não se umedecem, são frios e não tem expressão alguma. Trocamos as aflições por gargalhadas forçadas, e por que?!
Eu já não me reconheço mais e perdi a minha personalidade. Ela se choca com o mundo que parece me pressionar. Estou presa com os tontos, fúteis e fracos. Eu sempre quis ser diferente, eu sempre imaginei que fosse diferente. Mas os meus pensamentos se recombinam com o de todos, eles já não são meus, são jogados pelo ar e aspiramos-os para eliminar nossas verdadeiras emoções. Onde está tudo que sempre acreditei? Aquilo que eu lutei pelo não ser, eu vou me tornando pouco a pouco. Os meus sentimentos e pensamentos são indignos de se mostrar á alguém, eles devem ser escondidos, eles são ilegais, eles quebram as regras e eu tenho medo disso. Enfim, eu sinto me igual e isso coleciona á minha lista de aflições comprimidas. Então, eu procuro não pensar, nem sentir. Então, como saberei quais são as minhas opiniões e desejos? Eles estão perdidos, vagando por uma estrada que eu não posso alcançar. Eu quero, eu não posso. Eu posso, mas não quero. Tudo é tão confuso, eu não posso pensar, eu não consigo escrever, eu não sei como dizer...
Então, somos fracos demais...
Então, somos covardes demais...
Então, estamos cansados demais... Cansados de ser nada...
Então, somos estúpidos demais...
Então, somos confusos demais...
Leva-me vento...
leva-me longe,
Traga-me vento...
quando tudo acabar,
e leva-me, vento...
...
Não Quero...
Não quero estar á frente do meu tempo, quero apenas viver o que é para mim viver. Não quero ter todas as respostas, quero saborear as minhas dúvidas até chegar na solução. Não quero todos os meus problemas resolvidos, quero aprender com eles mesmo o quanto isso doa. Não quero ser a mesma todos os dias, quero ser cada uma a cada instante. Não quero usar sempre as mesmas roupas, quero inovar sem ter medo do que vão pensar. Não quero saber mais que os outros, quero aprender e ensinar com eles. Não quero alguém para amar, quero alguém para me confortar e me apaixonar. Não quero que tudo seja muito fácil, quero os difícies, para no final, poder aproveitar. Não quero pensar num futuro planejado, quero ele incerto e inseguro. Não quero um caminho reto e pavimentado, quero um caminho cheio de curvas, no meio do mato. Não quero conhecer o mundo inteiro, tem lugares que não valem a pena. Não quero conhecer todo mundo, quem me rodeia, me conforta. Não quero alguém perfeito, quero alguém para mim. Não quero uma vida sem perigos, quero viver emoções. Não quero ser corajosa para viver essas emoções, mas sim compartilhar meus medos com alguém. Não quero que morra por mim, só quero ser dona dos seus pensamentos. Não quero toda sua fidelidade, só quero seus olhos voltados para mim. Não quero que venhas para mim sem me querer, se for assim, faça me sofrer. Não quero ser feliz, quero apenas realizar meus sonhos. Não quero seguir uma religião, mas quero acreditar em Deus. Não exigo toda sua amizade, exigo sua tolerância e confiança. Não quero que me repreendas, quero que me aconselhe. Eu não queria ser assim, mas eu sou.
Ahm...festa fantasia hoje...Do que eu vou? Hááá...super criativa...colegiall!! hehehehe!
Bjos!
Hey, hey... vou postar para não abandonar muito.
Primeiramente: Feliz Dia Internacional das Mulheres! Yeah...nós merecemos...
E, agora, uma mini-crônica meio incerta...
Insanidade Lúcida
Ela tinha seus cabelos loiros bagunçados e sem corte. Os olhos eram fundos e tinham olheiras, melancólicos, profundos e observadores. Sua boca estava ligeralmente aberta, mas nada dizia, com uma criança que começa a descobrir o mundo. Estava sentada no chão branco, no meio da sala. Diziam que estava alienada, mas era só efeito da injenção de calmante. Vestia roupa de hospital, que cobria sua anorexia, seus seios arredondados e suas curvas salientes. A cor da pele se confundia com o branco das paredes.
Levantou-se. Já não sentia falta da cocaína. Poderia suportar sua própria insanidade com a mente bloqueada. Por isso, não pensava em nada. Não pensava nas injustiças do mundo afora, na sua família suicida e cruel, nas mentiras que pareciam verdades. Não se questionava, como sempre fazia, porque estava no lugar deles. Queria bloquear todas as suas lembranças e pensamentos. Queria se conformar da sua lucidez, chamada de loucura.
Precisava gritar. Gritar, para não chorar, gritar para desabafar. E, como era louca, pensou irônica, gritar não faria diferença. Gritou. Durante o máximo que conseguiu, ecoando pelas salas frias e quietas. Até perceberem que seus gritos incomodavam a consciência e vierem amordaça-la, dando lhe outra injenção. "Sempre assim..." murmurou, rouca...
Qualquer dia posto algo sobre Mulheres. (A preguiça mata)...
Té =***
Aviso:
Estou sem internet...e as provas começaram... e o que isso significa? Que eu ficarei sem postar. Buáá!
Poderia escrever alguma coisa, aproveitando hoje, mas estou sem a mínima inspiração, cansada. Porque estudar matemática e ler 2 capítulos (sim, só 2!) de Drácula num dia só já é demais. =|
Só queria avisar que acho que não esteja apaixonada. Seria essa a palavra? Estaria então apaixonada pelo Outro e pelo Alguém? Eu sinto quase a mesma coisa por personalidades extremamente diferentes. Eu não penso neles pelo o que são, e talvez pelo o que me provocam. Argh... complicado. Mas por que é que eu to tentando explicar?! Controle-se, sem ataque de rebeldia contra seus pouos leitores!
O que eu sinto é raiva. E, se o Outro me povocava mais raiva do que o Alguém, vejo que agora á ao contrário. Percebi que sou extremamente inconstante, consigo achar os defeitos dos dois em un instante, mas não posso acusa-los (como fazem comigo), talvez porque não consiga. E minhas horas livres se transformam em pensamentos de ira e paixão, descritos em palavras confusas.
BAH!
Kisses...
Listen to: Can't cry this days - Garbage (por que que eu to postando o que eu to ouvindo?)
Outro
Por que você insiste em estar nos lugares que vou? Por que você insiste em aparecer nos lugares mais inesperados? Ah, vá embora, vá embora, longe de mim, você não presta! Vá embora da minha vida, suma, suma, suma para eu poder te esquecer, para eu poder parar de lembrar. Lembrar do quê? Do seu olhar morto. Ah... do seu olhar morto...
Não, não vá. Não é isso que eu quero. Você deve saber. Alias, eu sei que você vai estar em tal lugar e é por isso que vou, num ato inconsciente. Você deve saber. Porque eu me odeio. Por que eu sigo meus instintos? Por que você me leva para onde quiser? Sim, você deve saber. Você deve saber que eu procuro a "coincidência" de estar no mesmo lugar que você. Que eu procuro seus olhares. Ah, nossos olhares! São segundos intermináveis, segundos mudos, e todos parecem estar distantes. Eles se cruzam e não querem dizer nada. Eles apenas se cruzam, e gostam disso. São olhares que valem palavras, beijos e toques. Ninguém deve percebe-los. São rápidos. E longos demais para me provocar a saudade. Sinto-me boba e frágil. Teu olhar me despe, me condena. Não posso pensar, nem sentir. São suficientes para que eu volte a lembra-lo, para que não possa esquece-lo. Eu sei, você os sente. Pode não ter em você a mesma reação, mas você os sente, e me olha, porque você gosta de jogar. Mas não consegue sustentar o jogo comigo. Você vai-se. Se desvaneia entre as pessoas. E passa. Passa para eu me recuperar, e tentar pensar em alguma atitude. Mas, afinal, não há o que fazer. O que fazer? Esperar o próximo olhar? Ou nunca mais te olhar? Ah, e eu consigo? Everything is a game. Os meus e seus olhares são jogos. Jogos intermináveis. Oh, baby, nossa "história" não tem The End.
Oh...
não precisa entender xP
Kisses!